Ex-CEO da SAP no comando da HP

O conselho diretor da HP anunciou nesta quinta-feira dia 30/09, a nomeação de Léo Apotheker como Chief Executive Officer (CEO) e presidente da companhia. O executivo teve uma passagem de mais de 20 anos pela SAP, na qual ocupou o cargo de CEO, de abril de 2008 a fevereiro deste ano.

A HP destaca que ele ajudou a desenvolver e implementar a mais importante mudança na história da SAP, ao expandir os modelos de negócio da fornecedora, os segmentos de atuação e investiu na transformação da área de pesquisa e desenvolvimento.

Léo Apotheker substituirá Mark Hurd, que foi desligado da empresa em agosto por conta de um escândalo sexual. A saída de Hurd terminou sendo turbulenta em função da ida dele para a Oracle como co-presidente. Depois de rusgas, as empresas fecharam um acordo. Mas no vaivém dos executivos, a HP parece dar o troco na empresa de Larry Ellison e anuncia também a contratação de Ray Lane para a função de chairman.

TI com foco em Inovação, Custo, Gestão de Riscos e Governança em 2010/2011

Segundo o Garther Group, 2010 marca o início das mudanças em muitos processos como as organizações respondem às conseqüências da Grande Recessão. Essas mudanças oferecem às empresas a oportunidade de alavancar a tecnologia de informação para o crescimento dos negócios significativo e otimização contínua das operações de negócios. Durante 2008 a 2010, os CIOs e líderes executivos têm dependido de TI como um instrumento e um objetivo de redução de custos na empresa. Quando deixamos o pior da crise econômica, as empresas estão voltando suas atenções para o futuro e um regresso ao crescimento. A necessidade de uma capacidade de TI de alto desempenho continua sendo considerável. A criação de valor e garantia de valor que se espera em duas frentes:
·         Haverá um foco constante no custo e valor - será necessário para melhorar a relação preço / desempenho para todos os serviços essenciais do negócio. 
·         Um enfoque sobre o investimento para a mudança e crescimento dos negócios é um desafio em duas vertentes. 
1.    melhorar ou remodelar produtos e serviços atuais. 
2.    Investir em inovação para criar novos produtos, serviços, canais e práticas. 
O resultado de um retorno ao crescimento é que, como organizações empresariais reequilibrar suas atividades, eles também irão reequilibrar os seus investimentos em TI - a partir de um portfólio de iniciativas inclinado em direção ao controle de custos para uma carteira que é orientada para a inovação eo crescimento.  A gestão de riscos deve ser adaptado ao desejo da organização para o crescimento e mudança. mudanças significativas nas prioridades organizacionais - especialmente em face de um ambiente de negócios estranhos novos normal - não pode ser alcançada sem a introdução de novos riscos, determinação de indicadores de riscos, novos métodos de ajuste de risco e tolerância para lidar com as mudanças, e uma mudança no pensamento.  A governança deve ser reforçada à medida que evolui em um mecanismo de balanceamento com um foco de negócios mais amplo e profundo. Vai ter mais partes móveis, mais pontos de risco, e mais interconexão entre os negócios e TI. mecanismos de governança deve ser reestruturado para lidar com essa maior complexidade. 

Mobile Payment – Oi e Cielo fecham acordo?

Foi  anunciado nesta quarta-feira, 29/09, uma nova empresa, que terá um comando compartilhado (50% para cada) que nasce com a proposta de oferecer ao mercado uma plataforma interoperável para o pagamento móvel no País. A Cielo passará a utilizar os celulares da Oi como terminais de processamento de pagamentos. O Objetivo da nova companhia é formar uma plataforma comum para pagamentos via celular. Após o acordo o número de estabelecimentos que aceitarão pagamentos pelo telefone saltará de 75 mil (número de terminais Oi Paggo) para mais de 1,8 milhão (terminais Cielo em uso em estabelecimentos comerciais no país). O sistema passa a operar por clientes da Oi dentro de um prazo de 180 dias. Não terá a aceitação restrita a cartões da bandeira Elo ou emitidos pelo Banco do Brasil, tampouco suportará apenas os celulares da Oi. "Outros emissores de cartões interessados também poderão aderir ao sistema. Este é apenas um primeiro passo para a disseminação do pagamento móvel no Brasil", diz Denilson Molina, diretor de cartões do Banco do Brasil. João Silveira, diretor de mercado da Oi, afirma que o principal objetivo da parceria é consolidar o modelo e apresentar o funcionamento das transações e do sistema aos consumidores. Segundo ele, o Oi Paggo, que conta atualmente com 250 mil clientes – a maioria deles do Nordeste brasileiro –, teve por objetivo ajudar a entender e aprimorar o modelo de transação móvel. A nova empresa ainda não tem nome definido, mas o suporte do sistema à interoperabilidade entre diferentes bandeiras, operadoras e emissores permite inferir que o nome "Oi Paggo" será substituído. As decisões relacionadas à escolha de nome, local para as instalações, nomeação de diretores e outros pormenores da joint-venture serão tomadas dentro de 180 dias, prazo que a empresa levará para de fato começar a operar no mercado de m-payment.  A partir de sua maturidade, que deve ser atingida em 2012, a meta será conquistar 1 milhão de novos clientes por ano, conforme adiantaram os executivos.

Mais um Tablet no mercado? Dell com Android

Nas próximas semanas a Dell lançará seu tablet denominado Streak de 7 polegadas com sistema operacional Android. A intenção da empresa Dell é lançar tablets com telas de outros tamanhos 3, 4 e 10 polegadas em um prazo máximo de 1 ano. A empresa através de seu executivo Amit Midha, da divisão chinesa da companhia, informou ao "Wall Street Journal" que o Android não será o único sistema operacional a ser usado nos tablets. O  Preço deve girar em torno de U$550.

Quer saber como será a nova identidade (RIC) do Brasil?

Está definido como será a nova identidade dos brasileiros, o RIC – Registro de Identificação Civil. A Nova identidade virá com dois chips para arquivamento das infomações referentes a cada cidadão. O Cartão será de policarbonato e  terá certificado digital. Todas as especificações da nova identidade estão publicadas no DO (Diário Oficial) do dia 27/9, segunda- feira.
Na parte de tecnologia embarcado no RIC, um dos chips é de contato, disponível para recursos match-on-carda e suporte a multiaplicações e o outro sem contato vem com tecnologia RFID (identificação por radiofreqüência) ou seja poderá ser lido por equipamentos de leitura digital.
O que virá no chip? No chip virão dados biométrico, como face, as quatro impressões digitais planas e assinatura.
Na parte de segurança o certificado digital, inclui homologação da ICP-Brasil e contempla as novas questões para algoritmos criptográficos. A geração das chaves assimétricas será de responsabilidade do portador. Apenas a chave pública será exportada pelo cartão, enquanto a chave privada não. São previstas imagens MLI (multipli laser image), além de um holograma semelhante aos cartões de crédito, além da sigla RIC oculta, visível a refração da luz.
Foi publicado o regimento interno do Comitê Gestor do RIC, que entre outras atribuições deve estabelecer os níveis de acesso às informações do Cadastro Nacional de Registro de Identificação Civil e os procedimentos para sua utilização em base de dados de outros órgãos ou entidades públicas.

Quinto player na telefonia móvel? Será Possível?




O leilão da banda H da terceira geração vem aí, e os analistas do mercado financeiro acreditam ser pouco provável que um quinto player que não tenha uma operação de nicho seja bem sucedido. Segundo Eduardo Roche, analista do Banco Modal, existe saturação para um quinto player que seja igual aos outros quatro (TIM, CLARO, OI, TELEFONICA).
Neste cenário, possíveis candidatas à faixa como Nextel e GVT, podem ser bem sucedidas, na visão dos analistas. Ainda não é clara a estratégia das empresas com relação à disputa da banda H. Inclusive, as declarações da GVT de que estaria fora da disputa são recebeidas com ceticismo. "Se eu fosse concorrente da GVT, só acreditaria se no dia do leilão, ela não aparecesse", diz Valder Nogueira, analista do Santander. O desenvolvimento da GVT, ele observa, foi feito através de uma operação de nicho, que soube explorar inicialmente lacunas na telefonia fixa e depois surfou na onda da banda larga. O grande fantasma do leilão parece ser o sisterma de contrapartidas, que foi mantido pela Anatel do leilão das demais faixas que aconteceu em 2007. Quem comprar frequência na capital paulista, por exemplo, leva junto o Norte do Brasil. Além disso, o vencedor assume compromissos de cobertura, o que é conflitante com um negócio de nicho. "Acho que se fosse livre, a demanda pela licença seria maior", diz Roche.

Telebrás com pedidos de tráfego para 20 Gb - PNBL

A Telebrás ainda nem começou a oferecer conexões à internet no atacado, como previsto no Plano Nacional de Banda Larga, mas a divulgação da lista das 100 primeiras cidades beneficiadas com acesso ao backbone público já movimentou pequenos provedores. Até aqui, a estatal recebeu pedidos equivalentes a um tráfego de 20 GB.

Para efeito de comparação, trata-se de uma capacidade de tráfego semelhante à de toda a Rede Ipê, da Rede Nacional de Pesquisa, que interliga cerca de 400 instituições de ensino em todo o país.

"Entre provedores que já prestam serviço, a conta é de que poderão oferecer capacidades até cinco vezes superiores pagando o mesmo que pagam hoje", completa Santanna.

A previsão do PNBL é de que a Telebrás oferte cada MB por R$ 230, valor que, segundo a estatal, é muito inferior ao praticado no mercado. "Faço diversas reuniões com provedores e ouço deles que o custo médio está em R$ 1,8 mil por MB", diz o presidente da Telebrás.