INOVAÇÃO

China quer tornar Shenzhen referência mundial em inovação e proteção ambiental

Plano prevê flexibilidade nas leis locais para atrair empresas internacionais e vai enquadrar a cidade como zona econômica especial

26/09/2019 - O governo chinês revelou um plano para tornar Shenzhen, cidade localizada no sul do país (na fronteira com Hong Kong), um modelo em “inovação, serviços públicos e proteção ambiental” até 2025. Para atingir este status, a cidade se tornará uma zona econômica especial, com leis específicas para atrair grandes empresas estrangeiras e desenvolvimento tecnológico.
Neste sentido, o documento afirma que as regulações locais seriam flexíveis, com “aumento da participação popular na política” e baseadas nas necessidades de Shenzhen “por reforma e inovação”.  Claro que qualquer mudança nas regras locais teria de passar pelo crivo do Governo Central. O plano ainda define que, “até o meio do século”, a cidade deverá ser uma referência mundial em inovação e competitividade, e influenciar diretamente o mercado global.
Em relação a ações práticas, além de prever maior flexibilidade nas regulações, o plano afirma que será construído um centro de Big Data em Shenzhen. O empreendimento deve gerar milhares de empregos além de permitir mais aplicações com uso de dados para empresas locais. Além disso, o governo pretende ampliar o portfólio de produtos financeiros que poderão ser oferecidos pelas fintechs da cidade, com foco em transações com estrangeiros.
Área da Grande Baía
A região onde fica Shenzhen, chamada de Área da Grande Baía, é uma megalópole que une a cidade à Macau e Hong Kong. Portanto, o foco do governo neste local não é apenas por causa do potencial inovador, mas também por questões políticas. No momento, a China tenta integrar cada vez mais Hong Kong às leis do país e vem sofrendo com crescentes protestos da população local desde abril, que é contrária ao autoritarismo chinês e à política de extradição.
Com o desenvolvimento de políticas públicas para Shenzhen, a ideia do Governo Central é, segundo o plano, “enriquecer o senso de pertencimento e coesão dos compatriotas em Hong Kong e Macau”. Entre as iniciativas neste sentido, será oferecido status de residente de Shenzhen a cidadãos de Hong Kong que tiverem interesse em cruzar a fronteira. Além disso, serão promovidas atividades culturais focadas na integração da região.
fonte: https://www.startse.com/noticia/ecossistema/68085/china-shenzhen-inovacao-protecao-ambiental. Por: João Ortega
Nova CNH terá chip, 'cara' de cartão de crédito e integração com outros países

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vai mudar novamente e adotar o formato de cartão de plástico com microchip até 2019, de acordo com uma nova resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) a ser publicada nesta semana.

Os órgãos e entidades executivas de trânsito do país têm até o dia 1º de janeiro de 2019 para adequar os procedimentos à adoção do novo modelo de CNH.

Os motoristas que tiverem o documento ainda dentro da validade em papel não precisarão fazer a troca, que ocorrerá no momento de renovação. O valor das emissões será definido pelos Detrans dos Estados e do Distrito Federal.

De acordo com o órgão, a atualização reduzirá as chances de fraude e terá integração com outros países. O cartão se assemelha a um cartão de crédito convencional, com chip que possibilita a inserção de dados dos condutores e amplia as formas de utilização do documento.

Segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) que fará o controle do acesso aos dados gravados no chip, não há risco de leitura de dados sigilosos do condutor.

Entre as alternativas para uso do novo documento estão o pagamento de pedágio e transporte público, o controle de acesso a prédios e universidades e a identificação biométrica que poderá usar as digitais contidas no chip para validação de identidade em bancos e serviços públicos, por exemplo.


Como inovar no Brasil?

Respondido por Ricardo Fasti, especialista em inovação

A força econômica de um país vem da capacidade de empresas novas (ou em crescimento) introduzirem diversidade no mercado, promovendo competição entre os atores. Certamente todos nós algum dia já pensamos algo como: tão bom seria se não houvesse competição. Mas competir é fundamentalmente inovar.

É importante que não fiquemos paranoicos com o conceito de inovação, imaginando que sempre tenha que ser a criação de drones ou de TVs HD 4K. O Manual de Oslo, que ordena mundialmente o entendimento do que é inovação, a define, em síntese, como um produto, processo, prática comercial ou organizacional, novos para a empresa ou para o mercado.

Ou seja, a empresa pode inovar em seus processos de produção, ser mais competitiva em custo e o mercado pode não perceber alteração significativa no produto. Pode também ser a introdução de um novo produto no mercado, que mude competitividade, habilitando a empresa a ser mais lucrativa. Em suma, inovar é mudar algo na empresa, ou em seu produto, e que a torne mais competitiva, lucrativa e sustentável.

Provavelmente você já inovou e talvez não tenha percebido. O Fórum Econômico Mundial publica o Índice Global de Competitividade e considera em seu método doze pilares que definem o grau e estágio de competitividade de um país.

Os pilares são: ambiente institucional, infraestrutura, ambiente macroeconômico, saúde e educação primária, educação superior e treinamento, eficiência do mercado, eficiência do mercado de trabalho, desenvolvimento do mercado financeiro, disponibilidade de tecnologia, tamanho do mercado, sofisticação dos negócios, e, por fim, inovação.

Já os estágios de competitividade são três: fatores de produção, eficiência e inovação. O Brasil é classificado no estágio de eficiência e ocupa a posição 57 no relatório de 2014-2015.

De todos os pilares listados, percebe-se a inter-relação entre eles e que, a rigor, aquilo que está sob controle da empresa é a capacitação e a inovação.

Para que a pequena e média empresa no Brasil inove são necessários alguns pontos. Primeiro, é preciso entender que, dados os outros pilares, a nossa inovação está focada em eficiência, e sendo assim, estruturar esse processo de busca por produtividade via inovação como parte do modelo de gestão da empresa.

O segundo aspecto está ligado ao modelo de gestão: a empresa precisa criar cultura de inovação, que implica desde a disciplina de estruturação das ideias geradas, de quais deram certo e por que, passando pela mudança de atitude dos gestores quanto à tolerância ao erro. Inovação é um jogo de probabilidades.

Outro item, que destaco com ênfase, é que inovação é uma ideia que se converteu em valor, e ideias vem de mentes capacitadas para criar. Logo, o principal caminho para inovar é contratar talentos e capacitá-los. Isso é investimento sim, mas não se ganha dinheiro sem investir, e não adianta ter máquinas ou processos sem gente preparada para conduzi-los. Inovar é investir em gente.


Ricardo Fasti é Diretor de Desenvolvimento de Negócios da BSP - Business School São Paulo.


Museu da Sansung 

A Samsung pode ser acusada de muitas coisas, de oportunista a sem coração, mas uma coisa que não se pode dizer é que ela não é inovadora. De monitores transparentes a telas curvas, passando pelos processadores presentes nos iGadgets (que prova que apesar de se engalfinharem nos tribunais, a Apple reconhece a excelência da Sammy em chips estado da arte) e macro-hardware literalmente falando, a empresa coreana tem a missão de investir em diversos setores de tecnologia e inovar sempre. Nada mal para um conglomerado que começou produzindo macarrão (não que isso seja indigno, veja a Nissin Foods).

A Samsung também reconhece a importância do desenvolvimento tecnológico que trouxe o homem até aqui, portanto ela inaugurou nesta semana seu próprio Museu dedicado à inovação tecnológica em Suwon, cidade da Coreia Mais Bonita onde a empresa é sediada.

O  Museu Samsung da Inovação, chamado carinhosamente de S/I/M obviamente serve como um showroom de várias de suas próprias inovações, displays transparentes e dispositivos mobile abundam, além de contar com um setor onde detalha seu próprio processo de produção de semicondutores. Existem demonstrações de modelos curiosos como o SPH-WP10, o primeiro watchphone lançado por ela em 1999  ao antológico SPH-N270, mais conhecido como o “Matrixphone”. Entretanto há aparelhos de muitas empresas e inventores, desde lâmpadas de Thomas Edison aos primeiros modelos de lavadoras de roupas, geladeiras, televisores, rádios… há até mesmo um Apple II em exibição, descrito como “o primeiro computador pessoal”.

Não que a visita ao Museu por si só valha uma visita à Coreia do Sul, mas no caso de você estar passeando por Seul não custa nada dar uma esticada à Cidade Digital de Suwon e conferir. Ele abriu hoje à visitação pública e funciona de segunda à sábado das 10 às 18 horas. Visitas durante os dias da semana precisam ser agendadas, já que o Museu se localiza junto às instalações da sede da Samsung

Como funcionam as telas flexíveis?

25/07 - Em 2009, no Centro de Telas Flexíveis da Universidade Estadual do Arizona, foi desenvolvido um novo processo litográfico inventado pela HP Labs. Os pesquisadores do Centro conseguiram imprimir telas flexíveis em rolos longos de um plástico filme especial feito pela empresa DuPont.

Telas eletrônicas finas e flexíveis como papel estão
chegando em breve (Foto: Reprodução/Economist)Porém, uma abordagem defendida pela empresa Plastic Logic, desenvolvedora de substratos de visualização flexíveis, é a utilização de transistores depositados em um plástico filme flexível. A diferença é que a empresa está usando um processo de deposição frio, substituindo semicondutores orgânicos por outros de silicone. Assim ela passa por cima do problema com as altas temperaturas.

O primeiro método envolve ligar substratos de plástico flexível a um suporte de vidro e, em seguida, descascar a camada de plástico e a matriz de transistores de filme fino (TFT) aplicadas a ele. Usando esse método, os fabricantes podem modificar os processos que já utilizam para fabricar telas planas de LCD e, com isso, entrar no mercado mais rapidamente. Porém, é mais difícil intensificar substratos muito grandes, tais como aqueles usados ​​em televisores, e os custos de fabricação, provavelmente, seriam maiores do que os custos para os televisores convencionais à base de vidro.

Já a alternativa da HP é um processo em que os conjuntos de transistores que compõem a camada de transistores de filme fino (TFT) do visor são impressas em folhas contínuas de película de plástico, utilizando o que a indústria chama de um processo rolo a rolo. A tecnologia da HP tem custos bem mais baixos e a pode ser usado em áreas muito maiores. O desafio é que é uma tecnologia completamente nova, sem infraestrutura existente.

Apesar de expositores desenvolvidos para dobrar e flexionar estarem bem populares, eles devem permanecer apenas em demonstrações de feiras, por enquanto.

Mas isso pode mudar a qualquer momento. Qual desses processos será o melhor e mais econômico no final das contas? Que empresa sairá na frente? Teremos que aguardar mais um ano ou dois para ver os resultados.


fonte: Techtudo

Cartucho jato de tinta inspirado no olho humano nunca entope


18/07/2012 
Uma nova tecnologia inspirada no olho humano promete acabar para sempre com os entupimentos dos cartuchos das impressoras jato de tinta.

Para limpar os bicos entupidos, a maioria das impressoras usa um "disparo" de tinta fresca para romper a crosta de tinta seca que se forma quando a máquina não é utilizada constantemente.

Ao longo do tempo, esta operação de limpeza desperdiça uma grande quantidade da tinta, reduzindo a vida útil dos caríssimos cartuchos - sem contar que, algumas vezes, a operação de desentupimento não tem sucesso, e então o cartucho é perdido de vez.

A nova tecnologia elimina o desperdício ao dispensar o esguicho de tinta.

Cartucho que pisca

A invenção utiliza uma gotícula de óleo de silicone para cobrir a abertura de cada um dos bocais de saída de tinta quando eles não estão em uso.

O mecanismo é semelhante à película finíssima de óleo que impede a camada de lágrimas de se evaporar do olho. Quando piscamos, as pálpebras espalham e uniformizam essa película de óleo sobre a camada de lágrimas.

Contudo, na escala minúscula de cada um dos bocais de jato de tinta - que disparam picolitros de tinta -, obturadores mecânicos que tentassem imitar as pálpebras não iriam funcionar, porque eles ficariam presos no lugar pela tensão superficial.

Riberet Almeida e Jae Wan Kwon, da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, tiveram uma ideia melhor - eles criaram uma "piscada elétrica".

Em vez de um dispositivo mecânico, uma gotícula de silicone é movida para cima e para fora do bocal por um campo elétrico. A coordenação precisa dos movimentos garante que o "olho da impressora" estará sempre aberto quando necessário, mas sempre protegido quando fora de uso.

"O olho e um bocal de cartucho de jato de tinta têm um problema em comum: eles precisam permanecer abertos, mas não podem secar. Nós usamos a biomimética, a imitação da natureza, para resolver um problema humano," disse Kwon.

Impressoras 3D que não entopem

A tecnologia poderá ter outros usos, além das tradicionais impressoras jato de tinta.

"Outros equipamentos de impressão utilizam mecanismos semelhantes às impressoras jato de tinta," explica Kwon.

O pesquisador refere-se sobretudo aos equipamentos de prototipagem rápida e fabricação aditiva.

Inicialmente utilizados por engenheiros e projetistas, eles hoje já permitem a fabricação de aviões, implantes médicos, ossos artificiais e até robôs.

Essas chamadas impressoras 3D disparam correntes de plástico líquido através de bicos, em um sistema similar ao de uma impressora jato de tinta.

O líquido é espesso e pegajoso, inviabilizando até mesmo o sistema de "disparo" de gotas para limpeza. Quando entopem, o jeito é substituir o bico. Um bico que saiba "piscar", usando a nova tecnologia, poderá durar muito mais.
Fonte: Inovação tecnológica
"Jeitinho" permite instalar o Google Now no seu Android

06 de julho de 2012
O Google Now já pode ser instalado no seu Android. Apesar de ainda não ser uma versão oficial e de dar um pouquinho de trabalho, é possível colocar o novo software apresentado junto com o Jelly Bean em qualquer smartphone que tenha a quarta versão do sistema operacional móvel (Ice Cream Sandwich).
O projeto só funciona para quem tem uma ROM AOSP instalada em seu smartphone (ou seja: ROM original, instalado em aparelhos desbloqueados, sem adaptações de operadoras). O método de instalação é diferente e mais complicado do que o de um app qualquer instalado fora do Google Play.
Para colocar o Now em seu smartphone é preciso substituir a barra de busca rápida do Google por ele. Para isso é preciso acessar a raíz do telefone. O processo todo ocorre na pasta do sistema, dentro do aparelho, e foi detalhado em um tutorial feito pelo site xda-developers. Lá, inclusive, você pode baixar o arquivo responsável por instalar o Now no seu Android.Os passos são os seguintes: renomear o apk do Now para "GoogleQuickSearchBox.apk", depois acessar a pasta do sistema e apagar o arquivo original da barra de busca rápida. Copie o arquivo renomeado e cole no smartphone, ajuste as permissões do “/System/App/GoogleQuickSearchBox.apk” para RW-R–R–, reinicie seu aparelho e pronto.
As primeiras pessoas que testaram garantem que conseguiram utilizar o programa tranquilamente. A única função que não parece funcionar é a busca por voz. No entanto, assim como todas as versões não oficiais e portadas desta maneira, também é normal experimentar um ou outro comportamento inadequado. Afinal, o programa não foi feito para o Android 4.0. Fonte: TechTudo

Anatel autoriza comercialização da Apple TV no Brasil
39 de novembro de 2011



Dispositivo que reproduz mídia digital da Apple foi homologado pela agência e já pode ser comercializado em território nacional. A Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) homologou a Apple TV e, agora, o equipamento tem autorização e já pode ser comercializado legalmente em território nacional. Dados sobre a homologação foram colocados no site da agência. A Apple TV é um dispositivo que permite reproduzir mídia digital na TV. O usuário conecta o aparelho ao televisor e pode assistir conteúdo da iTunes Store via streaming. Não há informações de quando será o lançamento do produto no mercado nacional, muito menos qual será o preço. Nos EUA, a Apple TV sai por US$ 99.



IBM mais próxima de criar chips que se comportam como cérebros humanos 
19 de agosto de 2011



Pesquisadores da IBM dizem ter encontrado um elemento chave para combinar esses dois mundos.
A empresa anunciou nesta quinta-feira ter construído o protótipo de um chip que processa dados de forma mais parecida com a qual seres humanos digerem informações.

Os chips representam um marco significativo num projeto de seis anos que envole 100 pesquisadores e US$ 41 milhões de investimentos da Agência de Projetos de Pesquisa de Defesa Avançados (Darpa), o braço do Pentágono focado em pesquisa de longo prazo que já deu ao mundo a internet. A IBM também investiu um valor não-revelado.

Os protótipos trazem mais evidências da importância crescente do "processamento paralelo", no qual computadores cumprem várias tarefas ao mesmo tempo. Isso é importante para criar gráficos pesados e analisar grandes quantidades de informação.

 Os usos do chip da IBM até agora são prosaicos, como ajudar um carro simulado a atravessar um labirinto ou jogar Pong. Ainda teremos de esperar uma década ou mais para que esses chips saiam do laboratório e se tornem produtos de verdade.

Mas o importante não é o que os chips estão fazendo, mas como estão fazendo, diz Giulio Tononi, professor de psquiatria da Universidade de Wisconsin que trabalhou no projeto da IBM. A capacidade dos chips de se adaptarem a tipos de informação para os quais não foram especificamente programados é um característica central.

"Ainda há muito trabalho a ser feito, mas o mais importante normalmente é o primeiro passo", diz Tononi, "E esse não foi só o primeiro, foram alguns passos".

Cientistas há muito imaginam computadores que aprendem como seres humanos. Mas as técnicas sendo exploradas pela IBM, além de outras empresas e laboratórios universitários, em torno da "computação cognitiva" podem levar a chips que se adaptem melhor a informações inesperadas.

 O interesse da IBM em chips reside no fato deles poderem ajudar a processar sinais do mundo real, como temperaturas, sons ou movimento e transformá-los em informação que faça sentido para os computadores.
A IBM, baseada em Armonk, Nova York, é líder num movimento para unir infraestrutura física, como usinas de energia e sinais de trânsito, e tecnologia da informação, como servidores e programas que ajudem a regular suas funções. Esses projetos podem se tornar mais eficientes com ferramentas que monitorem os vários sinais analógicos presentes nesses ambientes.

Dharmendra Modha, líder do projeto da IBM Research, disse que os novos chips têm partes que se comportam como "neurônios" ou "sinapses" digitais, o que os torna diferentes dos chips comuns. Cada núlceo tem funções de memória, comunicação e processamento.

"Jogamos fora virtualmente tudo que sabemos sobre como construir esses chips", disse ele, "A diferença é que a memória e o processador são muito próximos. O paralelismo é muito, muito grande."
O projeto é parte da mesma pesquisa que levou a IBM anunciar, em 2009, que havia simulado o córtex cerebral de um gato usando um supercomputador.

Com supercomputadores progressivamente maiores, a empresa já havia simulado 40% do cérebro de um rato em 2006, o cérebro completo de um rato em 2007 e 1% do córtex humano em 2009. Um computador com o poder do cérebro humano ainda está distante de ser construído, mas Modha disse que essa nova descoberta é um passo importante.

"Isso realmente muda a perspectiva de 'e se?' para 'e agora?'", afirma, "Hoje nós provamos que é possível."



Vídeo de suposto smartphone Nokia rodando Windows Phone 7 vaza na web 
11 de agosto de 2011


Mais rumores envolvendo os futuros smartphones da Nokia com Windows Phone 7. Dessa vez, as especulações surgem no blog My Nokia Blog, que publicou um vídeo de um suposto terminal da Nokia com o sistema operacional móvel da Microsoft.

O link do vídeo foi enviado por e-mail por alguém que diz ser de dentro da Microsoft (porém, utilizando um e-mail com um endereço ovi.com). Nele existem alguns detalhes que merecem atenção, mas, antes de qualquer coisa, deixamos claro que não há nenhum tipo de confirmação oficial da Nokia ou da Microsoft, e que as chances desse vídeo ser o resultado de um ótimo processo de edição são grandes.
O vídeo parece ser uma mistura de propagandas antigas da própria Nokia com promocionais da Microsoft. São exibidos dois modelos de aparelhos com telas do Windows Phone Mango, e, ao final, temos as logomarcas das duas empresas, lado a lado.

O primeiro detalhe a ser observado é que nenhum dos dois modelos exibidos se assemelha ao Nokia Sea Ray, mostrado por Stephen Elop, em um evento na Ásia no mês de junho (clique aqui para ler). Além disso, ambos parecem bastante os telefones que a Nokia e Microsoft mostraram como esboço de futuros produtos na ocasião do anúncio da parceria entre as duas empresas.

Sobre a teoria de um trabalho de edição, é possível que as imagens do Windows Phone Mango tenham sido digitalmente inseridas nas “telas” dos telefones, dando assim a impressão de um lançamento oficial. Outro ponto de observação é que, em um dos takes do vídeo, é possível ver a marca Ovi em uma das janelas do sistema da Microsoft. A marca, porém, será abandonada pela própria Nokia (clique aqui para ler).
Por enquanto, ficamos na dúvida se o vídeo é um vazamento real ou apenas uma obra muito bem feita de um fã da fabricante finlandesa. Veja o vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões.. 

link vídeo: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=x-X67i8IsZo


Inovação com 'Bairro Digital' em Curitiba 
08 de agosto de 2011

Com a instalação de uma segunda torre de transmissão digital, o bairro de Uberaba, em Curitiba, passará a oferecer sinal gratuito de internet para mais de 12 mil pessoas. 

Trata-se do primeiro bairro digital da capital paranaense, dentro do movimento Cidades Digitais, fomentado no Paraná pela Rede de Participação Política (RPP), iniciativa apartidária da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).

Segundo Rodrigo Sonda, sócio da empresa Dipelnet, responsável pela execução estrutural e técnica da proposta, a segunda torre entrará em plena operação até 19 de agosto, após a fase de testes. O equipamento poderá atingir um raio de até 4 km e vai beneficiar, além dos moradores do Jardim União – onde fica a nova torre –, a população dos bairros Itiberê, Jardim Centauro, Vilas Icaraí, Acrópole, Audi, entre outros.

Lançado oficialmente em maio deste ano, o projeto Uberaba Digital foi viabilizado por voluntários do núcleo de articulação local da RPP, juntamente com a Associação Comercial e Industrial do Uberaba e Região (Aciur) e parceiros. 

O sinal digital, via wi-fi, já beneficia cerca de cinco mil moradores nas proximidades da Faculdade Spei - Unidade Torres, onde foi instalada uma antena de 22 metros de altura. Em pouco mais de dois meses, o projeto conta com 440 usuários cadastrados.

O presidente da Aciur, Francisco Costa Filho, destaca a importância social do projeto, que agora passa a abranger uma área mais carente do bairro. Segundo ele, a iniciativa de ampliar o sinal de internet gratuita para mais pessoas partiu das próprias comunidades, por meio das associações de moradores.

“Essa segunda antena realmente vai atingir aquele bolsão de pessoas de necessidade. Na verdade, esse sinal de internet gratuito é para aquela pessoa que realmente precisa, que talvez nem tenha computador e vai despertar essa curiosidade. A tecnologia está caminhando muito rápido e as pessoas têm que acompanhar. 

Estamos fazendo a nossa parte de levar essa informação e esse acesso de internet para a comunidade”, disse.
O coordenador da Rede de Participação Política, José Marinho, acredita que a ideia pode servir de exemplo e estímulo aos demais bairros de Curitiba para articularem seus próprios projetos digitais por meio de parcerias. "O sinal gratuito de internet pode impulsionar melhorias na gestão pública, fomentar o empreendedorismo e o desenvolvimento econômico e, principalmente, na área de Educação", enfatiza Marinho.



Chip sequenciador decodifica DNA próton por próton
26 de julho de 2011

A expectativa é que um chip sequenciador permita que um genoma humano seja decodificado a um custo abaixo dos US$1.000,00. Um chip capaz de sequenciar um genoma inteiro. A nova tecnologia foi apresentada pela empresa Ion Torrent, em um artigo de seus pesquisadores, publicado na revista Nature.

Lei de Moore para a genética

Além de três bactérias, o chip foi testado para sequenciar o genoma de um humano. Especificamente, de um humano chamado Gordon Moore, autor da famosa Lei de Moore, que estabelece que o número de transistores dentro de um chip dobra a cada 18 meses. Nenhuma outra jogada de marketing conseguiria atrair tamanha atenção, mesmo com a importância de uma tecnologia de sequenciamento genético baseada em um chip. A Ion Torrent afirma que sua tecnologia permitirá que o sequenciamento do genoma humano custe US$1.000,00 nos próximos dois anos. Tudo baseado na Lei de Moore: se a capacidade do chip sequenciador seguir o mesmo ritmo dos microprocessadores, a empresa calcula que bastará uma única geração de melhorias para que o sequenciamento genômico fique ao alcance de qualquer bolso. Hoje, o chip sequenciador já custa apenas US$99,00. Mas o equipamento completo para fazer o sequenciamento, chip incluído, custa cerca de US$50.000,00. Quando a base coincide com o molde no nanofuro (em cima), é liberado um próton, e o sensor a registra diretamente no formato de digital. Caso contrário (embaixo), nenhum próton é liberado. 

Tecnologias de sequenciamento genético

O fato é que a tecnologia baseada em semicondutor representa um avanço substancial em relação às atuais tecnologias de sequenciamento genético, ainda que não tenha atingido o mesmo nível de precisão das máquinas muito mais caras. Os sequenciadores genéticos atuais usam detecção óptica. Uma fita única de DNA é convertida em uma fita dupla fazendo com que a segunda fita cresça base por base. Com o uso de marcadores, essas bases podem ser detectadas por tecnologia óptica, resultando na sequência genética.O chip sequenciador é muito mais simples. Em vez dos reagentes para marcar as bases, o chip detecta uma elevação no pH que ocorre conforme cada nucleotídeo se junta à fita em crescimento e libera um próton (H+) no processo. O chip contém uma malha de nanofuros, cada um contendo um modelo diferente de DNA, uma espécie de gabarito. Abaixo desses furos vem uma camada capaz de detectar os prótons e, abaixo, o sensor principal do chip. É por isto que a empresa afirma que seu chip lê o genoma próton por próton. "Se um nucleotídeo, por exemplo um C, é adicionado a um dos gabaritos [nos nanofuros] e então incorporado à fita de DNA, será liberado um íon de hidrogênio. A carga do íon altera o pH da solução, o que pode ser detectado por nosso sensor de íons. Nosso sequenciador - essencialmente o menor peagâmetro de estado sólido do mundo - vai nomear a base, passando diretamente da informação química para a informação digital," explica a empresa. Uma comparação bastante elucidativa pode ser feita com um sensor CCD de uma câmera digital. Enquanto o CCD capta fótons para registrar as imagens, o sensor do chip sequenciador de DNA "capta uma reação química". Como o nucleotídeo já está identificado, a informação do genoma é registrada diretamente em formato digital. Há outras técnicas de sequenciamento genômico mais futurísticas, ainda em fase de desenvolvimento, como o sequenciamento eletrônico do DNA. Cada nanofuro contém uma gota de polímero com uma fita única de DNA, onde cada nucleotídeo é identificado. Outros pesquisadores, não envolvidos no desenvolvimento do chip sequenciador, afirmam que sua precisão ainda deixa a desejar. A empresa parece saber bem disso, e demonstra esperar o concurso da Lei de Moore para resolver o problema: ocorre que, grosso modo, a densidade dos nanofuros, onde ficam as fitas individuais de DNA que servem de modelo, define a precisão da medição - quanto mais nanofuros, maior será a precisão. Continuando com a analogia com o sensor de uma máquina digital, é como se o sequenciamento de DNA mais preciso dependesse agora de alguns "megapixels" a mais - na verdade, de um adensamento da malha de nanofuros e das respectivas fitas-modelo de DNA. Agora é só esperar para ver se a Lei de Moore aplica-se também ao mundo da biologia. 


WiFi dorminhoco reduz consumo das baterias à metade
07 de julho de 2011

Um pesquisador da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, descobriu uma forma de dobrar a duração da carga das baterias de dispositivos móveis, como celulares, tablets e notebooks, ao baixar conteúdo da internet.O truque está em uma pequena, mas crucial alteração na tecnologia WiFi, largamente utilizada pelos usuários de equipamentos móveis para conexão à internet.O consumo da bateria desses equipamentos é particularmente elevado quando, ao usar a rede WiFi, o equipamento encontra-se na vizinhança de outros dispositivos fazendo o mesmo.Nesses casos, cada aparelho tem que "ficar acordado" para pegar sua vez na fila e baixar um pequeno pedaço da informação desejada. O processo repete-se várias vezes por segundo.
Isto significa que a drenagem da bateria ao baixar um filme na Avenida Paulista, ou em qualquer outro lugar com alta concentração de usuários, é muito maior do que baixar o mesmo filme durante um fim de semana no interior.O novo software elimina este problema ao permitir que os dispositivos móveis "durmam" enquanto um outro equipamento na vizinhança baixa sua cota de informações.Isto não economiza energia apenas para o próprio aparelho que entra em estado de espera (sleep mode), mas também para os outros equipamentos na área, que operam sem perder o sono por causa da concorrência.O novo sistema foi batizado de Sleepwell (durma bem) por seu criador Justin Manweiler.



Google Plus também no seu Android
04 de julho de 2011

Se você não faz a menor ideia do que seja do “Google Plus” ou simplismente “Google +”, fique tranquilo, você não é nenhum ETE… Esse é o novo serviço de rede social da Gigante da internet, tão novo que ainda não está disponíveis para todos (isso até 05/07/2011), mas o fato é que quem recebeu um convite esta se divertindo muito e falando muito bem do novo serviço. O lance mesmo é que esse novo serviço traz novos recursos que irão deixar o facebook sem sono nos próximos meses, principalmente pela maravilhosa integração com SmartPhones e Tablets pois o app supera em muito o do facebook. Como o objetivo desse site é falar de novidade e recursos para tablets, estamos disponibilzando o link para que você possa desfrutar dos novos recursos ai no seu aparelho, segue o link para android: https://market.android.com/details?id=com.google.android.apps.plus&rdid=com.google.android.apps.plus&rdot=1&pli=1


Brasil precisa focar em inovação para avançar 
28 de junho de 2011


O ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, pretende mudar o nome de seu ministério e acrescentar a palavra ‘Inovação'. A alteração, que está em análise na Casa Civil, faz parte de seus planos de fortalecer o foco nesse tema, para que o País possa dar salto em termos de desenvolvimento. Presente a evento que reuniu empresários ontem em São Paulo, Mercadante destacou que o Brasil alcançou, no ano passado, superavit comercial de US$ 20 bilhões, mas apesar da quantidade, avalia que o resultado é de baixa qualidade, por se basear, sobretudo, nas vendas ao Exterior de commodities (minério de ferro, petróleo e produtos agrícolas). Ele destacou a importância de o País ser base para a produção de TI (Tecnologia de Informação). Os números mostram, segundo o ministro, que há oportunidades que devem ser exploradas. "O Brasil é o terceiro maior em vendas de computadores. Temos de aproveitar esse momento, de vigor do mercado interno, e o potencial de investimentos do setor", disse.O primeiro movimento do ministério para o desenvolvimento do segmento foi na área de tablets computador portátil em forma de prancheta e com tela sensível ao toque), para internalizar essa cadeia produtiva. O ministro acrescentou que o governo condiciona a concessão de incentivos fiscais para instalação de empresas dessa atividade à existência de conteúdo local - ou seja, a fabricação de componentes no mercado nacional -, inicialmente para a produção de tablets e, depois disso, deve estender para outras áreas: por exemplo, celulares e notebooks. O governo também pretende lançar programa de bolsa de estudos, para reduzir o problema de qualificação profissional no segmento. Ainda não há data para isso. Outra questão importante é elevar o percentual de investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Em 2010, o Brasil investiu US$ 24,2 bilhões em P&D, o que representou 1,19% do Produto Interno Bruto do País, enquanto os Estados Unidos aportaram em 2008 o correspondente a 2,74% do PIB. Ele também foi enfático ao afirmar que é contra a pulverização dos royalties entre os municípios. "Os recursos dos royalties do pré-sal têm que ir para Educação, Ciência e Tecnologia, pois esse dinheiro tem de ser utilizado de maneira estratégica e não para sustentar a máquina pública", afirmou.


Você sabe ao certo se está inovando ou não?

18 de junho de 2011

--
A Inovação é a exploração com sucesso de novas ideias.” O conceito de inovação é bastante variado, dependendo, principalmente, da sua aplicação. De forma sucinta, a Inventta considera que inovação é a exploração com sucesso de novas ideias. E sucesso para as empresas, por exemplo, significa aumento de faturamento, acesso a novos mercados, aumento das margens de lucro, entre outros benefícios. Dentre as várias possibilidades de inovar, aquelas que se referem a inovações de produto ou de processo são conhecidas como inovações tecnológicas. Outros tipos de inovações podem se relacionar a novos mercados, novos modelos de negócio, novos processos e métodos organizacionais. Ou, até mesmo, novas fontes de suprimentos. As pessoas frequentemente confundem inovação e processos de inovação com melhoria contínua e processos relacionados a esse tema. Para que uma inovação seja caracterizada como tal, é necessário que seja causado um impacto significativo na estrutura de preços, na participação de mercado, na receita da empresa etc. As melhorias contínuas, normalmente, não são capazes de criar vantagens competitivas de médio e longo prazo, mas de manter a competitividade dos produtos em termos de custo.

Tipos de Inovação

As diferentes formas de inovação podem ser classificadas de diversas maneiras. Destacamos aqui duas destas visões, quanto ao objeto focal da inovação e quanto ao seu impacto.

Objetivos focais da inovação

Inovação de produto:
Consiste em modificações nos atributos do produto, com mudança na forma como ele é percebido pelos consumidores. Exemplo: automóvel com câmbio automático em comparação ao “convencional”.

Inovação de processo:
Trata de mudanças no processo de produção do produto ou serviço. Não gera necessariamente impacto no produto final, mas produz benefícios no processo de produção, geralmente com aumentos de produtividade e redução de custos.Exemplo: automóvel produzido por robôs em comparação ao produzido por operários humanos. 

As diferentes formas de inovação podem ser classificadas de diversas maneiras. Destacamos duas: quanto ao objeto focal da inovação e quanto ao seu impacto.”

Inovação de modelo de negócio:
Considera mudanças no modelo de negócio. Ou seja, na forma como o produto ou serviço é oferecido ao mercado. Não implica necessariamente em mudanças no produto ou mesmo no processo de produção, mas na forma como que ele é levado ao mercado. Exemplo: automóvel é alugado ao consumidor, que passa a pagar uma mensalidade pelo uso do veículo, com direito a seguro, manutenção e troca pelo modelo mais novo a cada ano; em comparação ao modelo de negócio tradicional, em que o veículo é vendido.

Impacto da inovação

Inovação Incremental:
Reflete pequenas melhorias contínuas em produtos ou em linhas de produtos. Geralmente, representam pequenos avanços nos benefícios percebidos pelo consumidor e não modificam de forma expressiva a forma como o produto é consumido ou o modelo de negócio. Exemplo: evolução do CD comum para CD duplo, com capacidade de armazenar o dobro de faixas musicais.

Inovação Radical:
Representa uma mudança drástica na maneira que o produto ou serviço é consumido. Geralmente, traz um novo paradigma ao segmento de mercado, que modifica o modelo de negócios vigente. Exemplo: evolução do CD de música para os arquivos digitais em MP3.

A importância de inovar
Considerando que as inovações são capazes de gerar vantagens competitivas a médio e longo prazo, inovar torna-se essencial para a sustentabilidade das empresas e dos países no futuro. Aqueles que inovam ficam em posição de vantagem em relação aos demais.” A inovação tem a capacidade de agregar valor aos produtos de uma empresa, diferenciando-a, ainda que momentâneamente, no ambiente competitivo. Ela é ainda mais importante em mercados commoditizados. Ou seja, com alto nível de competição e cujos produtos são praticamente equivalentes entre os ofertantes. Aqueles que inovam neste contexto, seja de forma incremental ou radical, de produto, processo ou modelo de negócio, ficam em posição de vantagem em relação aos demais.

As inovações são importantes porque permitem que as empresas acessem novos mercados, aumentem suas receitas, realizem novas parcerias, adquiram novos conhecimentos e aumentem o valor de suas marcas. Obviamente, os benefícios da inovação não se limitam às empresas. Para os países e regiões, as inovações possibilitam o aumento do nível de emprego e renda, além do acesso ao mundo globalizado. As inovações oferecem novos produtos, que passam a contar com mais benefícios dos produtos oferecidos.

A dinâmica da inovação
De um modo geral, as empresas são o centro da inovação. É por meio delas que as tecnologias, invenções, produtos, enfim, ideias, chegam ao mercado. A grande maioria das grandes empresas possuem áreas inteiras dedicadas à inovação, com laboratórios de pesquisa e desenvolvimento (P&D) que contam com diversos pesquisadores. Apesar deste papel central exercido pelas empresas, a interação entre parceiros é fundamental. Sem ela, as inovações são dificultadas. As empresas são o centro da inovação. É por meio delas que as tecnologias, invenções, produtos, enfim, ideias, chegam ao mercado.” Esses parceiros têm diversas funções, desde a realização externa de pesquisa e de desenvolvimento de produtos e processos, até a aplicação de investimentos ou subsídios, passando por desenvolvimento de prototipação, de pesquisa de mercado e de escalonamento de produção. Dessa forma, um conjunto de instituições formam o que conhecemos como sistema de inovação: universidades, centros de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e empresas com seus clientes, fornecedores, concorrentes ou outros parceiros. Uma tendência que está se tornando cada vez mais forte é um modelo inovação aberta (ou open innovation), onde as empresas vão buscar fora de seus centros de P&D ideias e projetos que podem ajudá-las a agregar diferenciais competitivos.

Como inovar

Para que as empresas realizem inovações é necessário que elas, em primeiro lugar, tomem consciência da importância de inovar no cenário competitivo vigente. Nao há como se tornar uma empresa inovadora sem dar a devida importância ao tema. Nao há como se tornar uma empresa inovadora sem dar a devida importância ao tema.” Em seguida, as empresas devem entender o que é inovação e qual é a sua dinâmica. A partir daí, elas podem definir uma estratégia que deve estar alinhada aos objetivos da organização e à sua visão de futuro. Assim, é possível identificar outro conceito essencial para que as empresas se tornem inovadoras: a atenção para o futuro é uma premissa para a empresa inovar. O próximo passo é desenvolver e internalizar ferramentas de gestão do processo de inovação. Essas soluções devem ser customizadas para cada realidade. Para isso, devem ser levados em consideração o tamanho da empresa, o setor de atuação, a cultura e a estrutura organizacional, o sistema de agentes no qual ela está inserida, a visão de futuro e suas ambições. Para ajudar as empresas a desenvolverem modelos de Gestão da Inovação tecnológica adequados à sua realidade, a Inventta possui uma série de serviços que vão desde seminários de sensibilização sobre a importância do tema, até análises e estudos complexos que ajudam as organizações a estruturarem todas as suas ações de inovação.
O tema em torno da inovação é complexo. Permite interpretações e também adaptações. Inovar envolve uma série de competências tecnológicas, mercadológicas e gerenciais. Entender o conceito de inovação e praticá-lo demanda tempo, dedicação e investimentos. Entretanto, o que se pode perceber é que as empresas que se tornam verdadeiramente inovadoras não se arrependem de ter tomado esse caminho. 


Você é Inovador? Sua empresa é inovadora?
1 de novembro de 2010


Inovação é o tema do momento. As empresas de telecom e profissionais de primeira linha no mercado sabem que para conquistar novos mercados a inovação tem que estar presente. Ser curioso, ler e estudar muito são alguns dos requisitos de um inovador. É preciso estar antenado e trabalhar muitas horas além do horário comercial , porque a inovação é fruto de muita teimosia e pesquisa. Profissionais inovadores possuem sensibilidade em perceber uma boa oportunidade e a habilidade de examiná-la sob vários aspectos e ângulos diferenciados gerando soluções valiosas. Deve-se cultivar o hábito de olhar atentamente ao seu redor com interesse e sempre receptivo a novas idéias e pontos de vista. Para que uma empresa possa ter um choque de realidade e estimular ações inovadoras é preciso que a empresa se torne um ambiente seguro para se dizer a verdade , onde se promova e valorize a experimentação, reconheça que toda inovação envolve riscos e que saiba lidar de forma madura com eventuais insucessos. Segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) 71,4%  das grandes empresas brasileiras investiram em inovação tecnológica, isso prova que além de necessária se torna estratégica. Busque a inovação você será destaque nesse mercado tão competitivo.