Claro foi condenada a parar de vender novas linhas telefônicas

Operadora tem 90 dias para entregar um laudo técnico à Justiça e solucionar os problemas identificados

A Claro não pode vender ou habilitar novas linhas telefônicas em São José do Vale do Rio Preto, município da região serrana do estado do Rio de Janeiro. A decisão judicial foi proferida pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Petrópolis, devido aos "maus serviços prestados à população". A operadora precisará arcar com os custos de um laudo técnico, elaborado por um especialista que não faça parte do seu quadro de funcionários, apontando "as causas e soluções para as constantes quedas, falhas, interrupções e oscilações de sinal de telefonia na localidade". A condenação prevê que a companhia efetue os investimentos e realize as obras necessárias para reparar os problemas identificados em um prazo de até 90 dias. Caso não cumpra com essa determinação, a Claro poderá ser multada diariamente em R$ 5 mil, que pode ser acumulada a no máximo R$ 100 mil. Conforme noticiado pelo MPRJ, essa decisão foi tomada com base na ação civil pública ajuizada pelo promotor Vinicius Ribeiro em 2011, quando o inquérito civil foi instaurado em decorrência das inúmeras reclamações de falha no serviço prestado pela operadora
12 de Março de 2014